Parece que não funcionou. Sem a torcida, o Inter pára.
Hmm, agora, olhando pra essa frase penso que ela é otimista demais. Nada nos garante que a mágica fusão de cimento e pés colorados fará com que o time acorde. Principalmente pro(s) segundo(s) tempo(s), nos quais a equipe, que até poderia estar bem até então, indiscutivelmente dorme.
E foi exatamente o que o Maracanã testemunhou: o Inter jogando bem na primeira etapa, levando perigo e marcando seu gol. Mas isso por culpa, também, da desorganização do Flamengo. Bastou o intervalo e a equipe da casa começar a jogar um pouco para o Colorado desaparecer em campo. Fizeram dois gols, viraram a partida, Nilmar errou um gol mais do que feito e Abel não acertou nas alterações.
Não gostaria que derrotas assim fossem chamadas de normais. Derrotas têm que ser exceções para quem almeja o topo e, por ora, encosta no fundo.
Acordemos!
Hoje, porém, esqueci novamente o futebol. Guga, de fato, abandonou o tênis, deixando milhões de órfãos fãs de sua simplicidade, garra, amor pelo esporte e alegria jogando. Eu sou um desses órfãos. Clique aqui e releia um texto que eu escrevi aqui no blog sobre o maior tenista brasileiro de todos os tempos: Despedida.
Boa semana pra todo mundo!